sábado, 27 de junho de 2015

Leituras... UPDATE!

Ora vamos lá ver este livrinho...grátis na Amazon, para quem goste de ler em Inglês, se quiserem acompanhar a leitura ;)

Estou com 1% neste livro e até agora parece ser, pelo menos, original.
"3 a.m. (Henry Bins Book 1)" de Nick Pirog. Comecem a ler gratuitamente aqui: http://amzn.to/1KhMLCh

Actualização: li-o em menos de 24h, portanto é boa leitura de verão ou para aqueles momentos mortos nos transportes! A premissa é original quanto às especificidades da personagem principal, o que torna está história refrescante num universo imenso de policiais.
Bem humorado, faz ao mesmo tempo pensar em tantas coisas que tomamos como garantidas. Aconselho, lê-se bem e serve o seu propósito.
Na negativa, é aquela chatice de ser o primeiro de uma série - mas como a história policial se conclui neste volume, a urgência de ler os seguintes não é tanta como se o desfecho se prendesse com a leitura sequencial de todos os volumes. Se bem que apetece ler mais, já que o autor deixa um teaser do livro seguinte que aguça o apetite aos leitores, que facilmente criam um laço com a personagem Henry Bins e com o fantástico Lassie.

Boas leituras!

Abreijos ***
Rell

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Inquérito!

Ok, minhas boas gentes!

Tudo em ordem por aí?

Ora digam-me lá de vossas justiças... o que gostariam que mudasse neste blog?

Sugiram mudanças de look, temas que gostavam de ver aqui, queixem-se do que não gostam e do que gostam façam alarido!

Quero saber por vocês o que posso fazer para ser melhor para vocês.

Deixem os vossos comentários - estarei atenta e levarei todos em consideração!

Abreijos flutuantes! ***

Rell

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Viagens...

E assim termina mais um dia de estágio, passando junto ao rio no momento zen do dia - vá, o segundo, que o primeiro é logo de manhã no sentido inverso!
Obrigada à Rodoviária de Lisboa por este percurso bonito!

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Jogar... e ganhar dinheiro? Sim!

É... há disso por aí!

Tenho andado a testar este jogo on-line bastante simples e em que podes ganhar alguns trocos.

Chama-se Dungeons & Treasures e é bastante simples de jogar, usando o rato e o teclado. Alguns minutos por dia - dependendo da velocidade com que se perdem as 3 vidas diárias - e campanhas que duram um mês.

Para receberem o dinheirito que forem acumulando (as taxas de conversão do dinheiro do jogo para moeda real variam conforme o nível atingido na campanha em questão), precisam de ter uma conta PayPal ou AlertPay. Nada de mais, até se pode sacar o dinheiro para as nossas contas bancárias sem problema a partir do PayPal.

Como a maioria destes sites para fazer dinheiro on-line, para crescer mais rapidamente no jogo é necessário algum investimento. Eu, pessoalmente, ainda não investi nem um tostão e sou fã da filosofia do "grão a grão enche a galinha o papo".

Gratuitamente, estas são as formas de ganhar ouro - que vai ser convertido em DT$ e posteriormente em €:

1 masmorra por dia(as visitas às masmorras duram a campanha toda, podem volta a todas as que abrirem), qu se obtém visitando a Tavern

Personagem nível 1: 1000 ouro por masmorraPersonagem nível 10: 2000 ouro por masmorra
Personagem nível 50: 5000 ouro por masmorra
Personagem nível 100: 10000 ouro por masmorra

Caça ao tesouro gratuita:

até 20000 ouro por dia ou prémio de jackpot, dependendo do número de caças ao tesouro feitas.

Chave de Madeira (muito fácil de encontrar) = até 600 ouro
Chave de Ferro (fácil de encontrar) = até
 1500 ouro
Chave de Prata (difícil de encontrar = até
 5000 ouro
Chave de Ouro (muito difícil de encontrar) = até
 10000 ouro

Vão lá dar uma vista de olhos e eu vou dando notícias do meu progresso nas campanhas e nos ganhos ;)

Se tiverem dúvidas: comentem que terei todo o gosto em responder!


Update: sim, ainda ando por aqui!

Ora bem ora bem... Consigo vir aqui dar notícias e ainda não passou um ano... Nem sequer
6 meses!  Deve ser um tipo qualquer de recorde para mim! :D

Tantas reviravoltas na minha vida desde que vos disse em Março que tinha novidades para contar...nem tão cedo me queixo de a minha vida ser um tédio nem coisa que o valha, entre tantos contratempos, superações e surpresas que tenho tido de há um ano para cá.

Hoje, quero deixar o meu sincero pedido de desculpas a quem leia este blog...eu tento escrever e criar conteúdos e dar alguma regularidade aos posts - mesmo com temáticas dispersas e que fazem este blog pouco coerente...mas o material não colabora! Neste momento não tenho PC e o bendito smartphone que uso pede reforma há meses e meses, recusando-se mesmo a mostrar quem me está a ligar e os botões que me permitiriam efectivamente atender a chamada e descobrir...(se já vos aconteceu, sabem como é frustrante quando o equipamento não colabora). Pois bem, eu irrito-me muito facilmente com máquinas lentas e "não-responsivas" - perdoem a tradução literal - e afasto-me rapidamente delas...para evitar lançá-las à parede xD Em breve vou ter um telefone novo e, aí, apenas a preguiça, o cansaço ou miminhos com o boy me impedirão! Bem, isso e a falta da musa xD

Estão comigo?

sábado, 14 de março de 2015

Novo ano, muito que fazer



Pois é...parece que só venho cá quando o rei faz anos e é uma vergonha!

        Correrias da vida, enfim!

Pouca coisa mudou, mas isso faço intenções de vos vir contar depois...

Para já, quero só desejar a todos um Feliz 2015! Sim, isso mesmo: feliz 2015, porque lá por o ano ter começado há mais de 3 meses não que dizer que não se possa desejar que seja feliz a qualquer altura - não há datas marcadas para a felicidade!

       Faça-se a Felicidade a cada dia. Faça alegria. Sorria! :D

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Desafio: aprender!


O Chinês é uma das línguas mais faladas do mundo e a economia chinesa está em rápida expansão além fronteiras, especialmente no mercado Europeu.

Do que está à espera?
Invista em formação, valorize-se e cria novas oportunidade profissionais e de negócio!

Inscrições já abertas!
www.prochinese.pt




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Revoluções e recomeços

Novos lugares. Novas aventuras. Novas ruas, novas caras, novos hábitos.

Sorrisos.

Pessoas que trazem esses sorrisos com elas e que reflectem os meus.

Novas coisas. Novas aprendizagens. Novas vontades. novas oportunidades.

Tudo isto me tem sido proporcionado. Por aquilo que tem estado sempre lá: garra, vontade, força e apoio daqueles que me amam.

Por isso agora estou de volta à linda Lisboa. Por isso agora construo algo novo, sólido e com futuro (espero).

Por isso, apresento-vos o meu novo desafio:



Venham conhecer a nossa oferta de formação numa língua que é a mais falada do mundo! O saber não ocupa lugar e podem abrir portas a novas oportunidades e desafios!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Presença a oferecer livros!

Passatempo da editorial presença onde podem ganhar livros...aproveitem já esta oportunidade!

http://livros grátis.presenca.pt/27820

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Crónica de um disparo V

       Devia ela ver-se, reflectida nos lagos dos olhares alheios, nos lagos dos negros olhos do caçador. Caçador furtivo, sub-reptício, silencioso avaliador - devia agora vê-la: recolhida sobre si, fechada na sua carapaça, puxando os retalhos da armadura por ele fendida, buscando uma forma de se reconstruir, de suturar o rasgão profundo e sangrento que o golpe por ele desferido deixou no âmago do seu ser, no centro da sua confiança.

      Perdida, certo? Fora de tudo, esquecida do mundo e pelo mundo, certo? Sucesso, caçador, obtivestes. Parcial, pelo menos. Perdida está a fera, selvagem já não tanto. Perdida, mas já não tanto talvez. Encarando-se, desarmada, com a insignificância do seu ser e as falhas profundas do seu estar e viver, eis a fera ferida - perdida em reflexão, perdida na sua desconstrução, perdida e escondida a tratar suas feridas.

      Deviam vê-la, a apanhar os pedaços de si que a chumbada do caçador arrancou, pronta a reerguer-se renovada e cintilante. Deviam vê-la, perdida em si, perdida de rumo, buscando formas de se reconstruir, renovando-se e sendo melhor. Devia vê-la o caçador, que pouca ideia faz dos danos que causou. Devia vê-la bem, no seu habitat, para ver que há mais na fera que as suas limitações, do que o alvo que atingiu.

Crónica de um disparo VI

      Devia vê-lo, ela, sem os pudores habituais da fera que estranha o caçador de tiro certeiro. Devia vê-lo, a fera ferida, de olhos bem abertos e desprovida de preconceitos, ignorando a dor por ele causada e focando-se no despertar que lhe trouxe o seu disparo.

      Devias ver o caçador, criança selvagem e perdida. Devias vê-lo atentamente, com cuidado e zelo, com atenção e analiticamente. Fera és, mas não desprovida de intelecto, correcto? Observa, fera, com intenção e atenção, silenciosamente - enquanto ele te observa e ataca. Lê entre as linhas, interpreta o gesto, respira no seu olhar.

      Deviam vê-lo, o caçador. Jogando o seu isco, frio e distante, altivo e sabedor. O caçador certeiro, de mira bem afinada, rápido no cálculo do disparo. Enquanto prepara o seu tiro, observai-o bem - muito se pode ver na forma como a mão envolve a culatra, como o dedo se molda ao gatilho e a força suave ao premi-lo; muito se pode deduzir da rotação do ombro, da contracção do bicípide, da constante pressão muda que levará ao disparo eventual.

Criacionismos

Fazem-se os homens de anseios e valores
Sobre coisa nula de sentido
Senhores de tantos domínios imaginados.

Fazem-se os homens de cores e sentidos
Paladares de estímulos escondidos
Sacerdotes de navios inacabados.

Fazem-se os homens a si mesmos
Reinventando noções e nações
Sacrílegos pensadores empedernidos de crenças.

Fazem-se os homens maiores que a vida
Menores que o sonho emudecido de uma era
Sorteando contradições que suas são mas que renegam.

Fazem-se os homens e desfazem-se assim
Constructos mentais com resposta biológica
Façai-vos, homens, reinventai toda esta quimera.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Lingering hope

> And still, after all the aches and all the pain, this heart has not been broken beyond repair... Still it lingers with its shards grasping a small ray of hope.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Línguas... Para que vos quero!

"Línguas contra o Alzeimer

Quem deseja manter a mente em boa forma, deve aprender línguas. Os conhecimentos linguísticos podem proteger-nos da demência. Assim ficou demonstrado em muitos estudos científicos. A idade dos alunos não tem nenhuma importância. O que importa é que o cérebro seja exercitado regularmente. A aprendizagem de vocabulário ativa diferentes área cerebrais. Estas regiões controlam processos cognitivos importantes. Por isso, os poliglotas possuem uma maior capacidade de atenção. Também possuem uma maior capacidade de concentração. Mas o multilinguismo apresenta ainda outras vantagens. Os poliglotas têm um maior poder de decisão. Tomam decisões mais rapidamente. Isso acontece porque o seu cérebro aprendeu a escolher. Conhece sempre dois vocábulos para a mesma coisa. Cada um destes termos representa uma possível opção. Deste modo, os poliglotas têm de tomar decisões constantemente. O seu cérebro está habituado a escolher entre várias opções. E este treino não estimula unicamente as áreas cerebrais responsáveis pela linguagem. São muitas as áreas cerebrais que beneficiam com o multilinguismo. As competências linguísticas supõem também um controlo cognitivo mais eficaz. Claro que a aprendizagem de línguas não vai impedir a demência. Porém, a doença pode tardar a desenvolver-se. E os cérebros das pessoas multilingues tendem a compensar melhor os seus efeitos. Os sintomas da demência aparecem de uma forma menos acentuada nas pessoas que aprendem línguas. A confusão e o esquecimento não ocorrem de uma forma tão acentuada. A aquisição de uma língua beneficia assim tanto os mais velhos como os mais novos. E quanto mais línguas aprendemos mais fácil se torna aprender outras. Assim, em vez de tantos medicamentos devíamos antes agarrar-nos ao dicionário."

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domingo, 12 de janeiro de 2014

Crónica de um disparo IV

                 Deviam vê-lo. De olhar sedento de sangue e glória,na sua ânsia de desconstruir a criança selvagem. Deviam vê-lo. De olhar sorridente e sedutor, na sua forma de despir de sociedade e pudores a sua presa. Atento caçador, de analítico olhar, que apenas com um relance medite e avaliaste a tua presa e indigna a consideraste. Apenas com um disparo, perspicaz caçador, acertaste em cheio no âmago da tímida verdade que a fera lutava para esconder em si e, mais que tudo, de si.

Deviam vê-lo, agora silencioso, à espera, fingindo não a ver. Devia vê-la, atentamente, apreciando e avaliando o estrago que fez.

Devia ver-se, ela, a fera. Devia obrigar-se a enfrentar o que o "predador" pôs a nu. Aquilo que tanto se esforçou por reprimir e ocultar de si mesma, criança selvagem; que o bravo caçador, na sua candura, franqueza e frieza, a forçou a encarar.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Crónica de um disparo III

Deviam vê-la agora,apontar-lhe a mira e disparar certeiramente. O olhar desprovido de fogo, de anseio, de propósito. Talvez falte o selvagem que o caçador procurava, mas foi ele, com a sua carabina de tiro certeiro, que silenciou o seu rugido.
Deviam vê-la agora e novamente julgar, com balas de incandescente franqueza, indiferentes aos efeitos de tais disparos, às chagas sangrentas de palavras feitas munição.
Talvez um novo disparo desperte a besta e a faça reagir. Talvez rasgue com garras e presas a rede que a sufoca e se lance em frenético ataque sobre o cruel caçador. Talvez aí ele dispare novamente e obtenha da fera o olhar que ansiava.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Crónica de um disparo II

Deviam vê-la, retratá-la, agora destruída e forçada a confrontar-se com o pouco nada que na realidade é e a miséria em que se tornou a armadura que para si criara. Armadura ridícula, ilusória, papel de alumínio à guisa de chapa de aço temperado, enganando mais a que a enverga do que aqueles contra os quais a deveria defender.
É agora fera ferida de lume apagado, deviam vê-la. O instinto leva-a a fugir para as sombras, querendo sarar e reconstruir-se a partir dos escombros que o caçador de olho vivo lhe deixou. O instinto atrai-a para ele como a chama atrai a borboleta, querendo retaliar, magoar, pagar de alguma forma a dúbia vergonha, a dor pungente de ser confrontada à força com as suas falhas e a sua pequenez - o pouco, o nada, que conseguira por tempos iludir-se que nao era.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Crónica de um disparo I

Perdida,certo? Fora de tudo,esquecida do mundo,certo?
Era isso que se procurava,uma metáfora da criança selvagem,fora das regras,à margem da norma. Uma mirada oca e alheada de criatura ferida,de fera com instintos ao rubro.
Deviam vê-la agora. Pobre alma,retalhada em remendos que pouco e mal se mantinham juntos. Deviam vê-la,olhos escancarados com o espanto daqueles a quem é roubada a ilusão. O olhar alheado de quem se viu rechaçado e desprovido de esperança. Olhos vagos, de lume quase apagado,criança receosa de mãos fechadas - com a alma exposta no escrútinio de um alguém que não deveria tanto ler nela.